Alimentação e massagem

20100309-woman-eating-happy-600x411

Trabalhando em uma sala localizada em uma das avenidas mais movimentadas da cidade, onde há grande concentração de escritórios, é comum atender pessoas no horário de almoço. De duas uma: ou o cliente ficará sem almoço ou almoçará algo correndo depois, enquanto trabalha. Já em outras situações, é comum atender um cliente no final da manhã, cuja última refeição foi o café da manhã ainda bem cedo. Qual a forma correta de se alimentar quando se está para receber uma massagem?

A melhor resposta para essa pergunta é: depende. Depende da técnica que você irá receber. Algumas técnicas, como shiatsu e massagem sueca, são mais “pesadas” e estar com o estômago cheio não é indicado. Ao deitar-se na maca ou estar sentado em cadeira de massagem e receber manobras com pressão sobre as costas, você pode ter seu abdômen empurrado para baixo, gerando um incômodo que, talvez, possa até causar ânsia de vômito.

Mas estar pouco alimentado ou ter se alimentado há muitas horas tampouco é indicado. Isso se aplica principalmente às técnicas mais energéticas, como shiatsu novamente e as ayurvédicas. Por quê? Porque o estímulo gerado pela massagem incentiva o fluxo de energia pelo corpo. No caso de não haver se alimentado, por exemplo, a pouca energia que está acumulada no momento será colocada em movimento e essa dispersão poderá deixá-lo com sintomas de fraqueza, como tontura.

Minha recomendação é você ir alimentado para a sessão de massagem, mas sem exageros. Nada de comer uma feijoada, por exemplo, ou um rodízio de pizza.  Recomendo também um intervalo entre o tempo da refeição e a sessão. O mínimo seria 1 hora (com refeição mais leve) e máximo de 3 horas.